Homem morre esfaqueado no quarto da pensão “Pátio de Viana” por ter se recusado pagar dinheiro acordado

Um homem que aparenta ter mais de 40 anos foi morto a facada na manhã desta segunda, 11, no quarto de uma pensão por uma mulher, alegadamente por ter negado a pagar o valor financeiro que tinha sido acordado antes do prazer sexual.

O facto ocorreu na pensão “Pátio de Viana”, na vila de Viana, em Luanda, quando a vítima em companhia de uma jovem cuja identidade não foi revelada, solicitou os serviços da referida pensão, onde pagou duas horas, no valor de quatro mil kwanzas.

De acordo com Irene Ventura, recepcionista que afirma ter atendido o casal a sua chegada, após o pagamento e entrega da respectiva chave do quarto, uma hora depois, os funcionários ouviram “gritos do homem que clamava por socorro”.

“Chamei pelos colegas porque os gritos eram muito alto, o que não era gemidos normais”, disse Irene, acrescentando, “assim que chegamos na porta, batíamos para que a senhora abrisse, mas ela negou dizendo que estava tudo bem, quando na verdade o senhor não parava de gritar socorro”, contou.

Para socorrer o homem supostamente esfaqueado, que ainda se encontrava em vida, um dos trabalhadores da pensão teve que pular pela janela do quarto, “já que a mulher não queria abrir a porta”.

“Assim que o colega espreitou pela janela, viu logo o homem deitado com muito sangue a escorrer, mas ainda não estava morto”, disse.

Segundo testemunhas, a mulher que foi encontrada em sua posse com uma faca de cozinha, ainda tentou “fugir pela janela do quarto”, mas foi “impedida pelos trabalhadores”, que minutos depois accionaram a polícia, que prontamente se fez ao local e deteve a suspeita pelo homicídio.

Os responsáveis da pensão “Espaço de Viana” não sabem exactamente as reais causas que terão motivado o esfaqueamento do homem pela mulher, mas fontes próximas à Polícia de Viana apontam ao O Decreto que a vítima “não pagou o valor que inicialmente tinha sido acordado antes de entrar na pensão para o acto sexual”, afirmou a fonte da corporação.

O Decreto