Paulo de Almeida considera “ilegal” existência da “Turma do Apito”

O comandante geral da Polícia Nacional, comissário chefe, Paulo de Almeida considerou “ilegal” a existência da “brigada de vigilância” denominada “Turma do Apito”, criada pelo então administrador do distrito urbano do Sambizanga, Tomás Bica, agora a liderar o município do Cazenga.

De acordo com o seu mentor a “Turma do Apito”, tem por objectivo “reprimir” o maior índice de criminalidade naquela parcela da capital do país, mas o certo é que, a população do Sambizanga há muito que vem condenando a actuação do grupo, que para muitos “é uma milícia que tem provocado terror no seio dos munícipes”.

Segundo o comandante geral da corporação, Paulo de Almeida, que falava nesta terça-feira, no programa “Grande Entrevista” da Televisão Pública de Angola (TPA), a Turma do Apito funciona à margem do que a Lei prevê.

Para a alta patente da Polícia Nacional, “as administrações provinciais já foram alertadas, no sentido de pararem com essa prática, caso contrário, serão tomadas medidas para se pôr ordem”.

“Para nós, é uma organização ilegal e nós já mandamos parar com isto”, disse, acrescentando que “apito é para o futebol ou para o trânsito”, frisou o comandante geral da polícia.

O portal O Decreto reportou que, a última vítima mortal, supostamente protagonizada pela famigerada “Turma do Apito”, foi um homem de 35 anos, identificado por Paulo Manuel Francisco, espancado à catanada até a morte, que se tornou na quarta pessoa assassinada pela “milícia do Sambizanga”.

Este portal sabe que o grupo “Turma do Apito” está a ser forjada para outros municípios de Luanda, com passos já avançados nos municípios do Cazenga, Belas e Kilamba-Kiaxi.

O Decreto

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