CIAM o novo CITA – PIDE/DGS em Angola

Uma designação na sua fonética que se confunde ao nosso antigo 2º Comandante da Polícia Nacional, Comissário-Chefe Antônio Maria Sita, mas nada haver com esta ilustre figura.

Na verdade, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE) a antiga polícia política portuguesa entre 1945 e 1969, responsável pela repressão de todas as formas de oposição ao regime político na épuca, detinha no país o CITA -Centro de Informação e Turismo de Angola.

CITA -Centro de Informação e Turismo de Angola = Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM)

O Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM) é a instituição tutelada pelo Ministério da Comunicação Social, vocacionada ao registo, controlo e acompanhamento da imprensa estrangeira, fundada em 26 de Junho de 1976, ou seja, uma verdadeira instituição que equivale aos dias de hoje ao Centro de Informação e Turismo de Angola.

Segundo jornalistas dos órgãos da imprensa estrangeira em Angola, ouvidos pelo O Decreto, está instituição está agora a pressionar os jornalistas a se reinscreverem nela, mesmo depois de terem recebido as suas carteiras profissionais na Comissão da Carteira e Ética CCE – de Angola: “O acto de registo, controlo e acompanhamento da imprensa estrangeira, pelo CIAM da forma como angola concebe é uma verdadeira policia para jornalista” disse uma das fontes ao OD.

Estão registados naquela instituição pela R. T. P, José Manuel Levy, Nicolau Chimbila, Presbítero Lundange , Joaquim F. Panzo, Ismael M. Luvito, José dos S. João.

LUSA: José Dias, Nisa Mendes, Joost de Raeymaeker, Domingos da Silva, Marcos Focosso, Ampe Rogério. BLOOMBERG: Cândido Mendes. PRENSA LATINA: Roberto Hernandez Solano. THOMSON REUTERS   Stephen Eisenhammer. AFP:Daniel Frederico, Nsimba Jorge. AGI & EFE: João M. S. Candembo. EURONEWS: Neil David Breslin

VOZ DE AMÉRICA – LUANDA: Coque Mukuta, Siona Júnior, Manuel A.João José, Pedro Dias, Agostinho Gayeta, Teodoro Albano. MALANGE:Isaías Soares. NAMIBE:Armando J. Chicoca. KWANZA SUL: Fernando Caetano. BENGUELA: João M. P. António. UÍGE: Moniz S. Muquebele. CABINDA: José Manuel Gimbi.

O Decreto

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